Quinta-feira, Fevereiro 04, 2010
Quarta-feira, Janeiro 20, 2010
Inauguração Mostra de Jovens Criadores 09


Imagens da Inauguração da Mostra de Jovens Criadores 09. O meu trabalho encontra-se no Palácio D .Manuel até dia 28 de Janeiro 2010. Toda a Mostra está muito interessante, desde a montagem até à qualidade dos trabalhos. Para mais informações: http://www.artesideias.com/ Terça-feira, Janeiro 12, 2010
Quinta-feira, Novembro 26, 2009
Projecto Integrar Pela Arte

Quarta-feira, Outubro 21, 2009
Jovens Criadores 2009

Segunda-feira, Junho 29, 2009
Exposição Paisagens do Vento
A Oficina de Fotografia/DAS/CMLe o Movimento de Expressão Fotográficaconvidam para a abertura da exposição Paisagens do Ventodia 2 de Julho às 17h30mno Palácio de Santa Catarina (Rua Marechal Saldanha, Miradouro de Santa Catarina, Lisboa)...
Horário de funcionamento: 14h30m / 21h30m
(encerra às segundas-feiras)
Sábado, Março 14, 2009
Quinta-feira, Março 05, 2009
Mustamäe residential suburb in Tallinn
Hotel Hermes, room 705
Sütiste tee 21, Mustamäe
Tallinn 13419, Estonia
Quarta-feira, Março 04, 2009
Sábado, Fevereiro 28, 2009
Afinal na Estónia há estendais
Quinta-feira, Fevereiro 26, 2009
Colaboração MEF / Super Foto Prática
Tânia Araújo é natural de Lisboa, onde nasceu em 1980. No seu trabalho fotográfico de autor, encontramos dois caminhos perfeitamente distintos em termos temáticos que uma vez analisados pormenorizadamente, nos revelam diversos pontos em comum.
Em “Cidades anónimas”, trabalho realizado em (e sobre) os bairros periféricos da Cidade, a autora trabalha a complexidade das pequenas narrativas em torno da questão do anonimato provocado por estes espaços urbanos.Nesta abordagem, Tânia Araújo aponta-nos um caminho sobre o anonimato enquanto uma espécie de “voyeurismo”, reflectido pela distância a que as imagens são realizadas, numa atitude assumida de distância física, sentimento reforçado pela luz do fim de tarde e pelo isolamento dos edifícios. A inexistência da presença humana faz com que se estabeleça um diálogo sem qualquer focalização espacial, permitindo-nos assim a construção de um entendimento à escala global.
Sem a mesma carga de anonimato, mas procurando igualmente uma reflexão sobre a identidade urbana e sobre a arquitectura de espaços numa cidade, encontramos em “Horas que passam sem ninguém ver”, uma abordagem a zonas industriais onde, camuflada pelas luzes nocturnas, a autora permite-nos questionar a complexidade sociocultural em torno dos espaços habitados.
Dentro do campo da encenação, Tânia Araújo oferece-nos “Metamorfoses do corpo”, trabalho em que o “voyeurismo” possui um carácter muito mais intimista, realizado numa abordagem muito mais pessoal, trabalhando o anonimato do corpo feminino enquanto espaço cénico. A faceta performativa da autora ganha uma presença de enorme relevo ao ponto de quase se sentir a presença física da autora também retratada. O corpo encontra-se em plena metamorfose, não se trata de aceitá-lo como ele é, mas sim de transformá-lo e reconstruí-lo numa incorporação do corpo no espaço, ganhando este uma identidade única.Constatamos assim, uma linha transversal nos projectos de Tânia Araújo: a abordagem ao anonimato seja ele comunitário através dos espaços urbanos, seja ele mais pessoal, onde a interpretação do corpo acaba por nos dar uma espécie de reflexo da própria autora, como se de um espelho se tratasse.
Texto: Luis Rocha
Quarta-feira, Dezembro 17, 2008
MAN POWER
Terça-feira, Novembro 18, 2008
X Bienal de Fotografia de Vila Franca de Xira

Quinta-feira, Setembro 25, 2008
FICAP

Segunda-feira, Agosto 18, 2008
Rádio Clube com Projecto " Tecer a Cidade"
Hoje, dia 18 de Agosto de 2008 o MEF esteve representado por Tânia Araújo em directo na Rádio Clube com o Projecto Tecer a Cidade.Um projecto que resultou da parceria entre a Direcção-Geral de Reinserção Social e a Fundação Calouste Gulbenkian.
Para ouvir a entrevista terás de ir aqui http://radioclube.clix.pt/podcast/index.aspx?id=60 e clicar em "Futuro Campeão".
Quarta-feira, Junho 11, 2008
FATAL
Durante o mês de Maio tive o enorme prazer de participar neste fabuloso projecto que é o FATAL - Festival Anual de Teatro Académico de Lisboa. Foi um grande prazer estar a fotografar e a trabalhar com os 19 alunos que participaram neste Workshop de fotografia de cena, fazer este trabalho em conjunto com o meu grande colega de trabalho Luís Rocha e para finalizar agradeço a toda a equipa do FATAL a possibilidade de realização deste projecto.Para verem todo o trabalho realizado podem aceder aqui.
Este Workshop foi composto por:
2 formadores
3 aulas Teóricas
6 sessões de crítica e análise de imagens
21 peças
21 tertúlias
21 ensaios
12 performances
2 exposições
2 concertos
2 instalações
1 festa de abertura do festival
1 festa de encerramento do festival
1 jantar
Cerca de 1000 fotografias seleccionadas
1 Blog
50 gigas de imagens
Cerca de 155 horas de trabalho no terreno
Muitas horas de edição de imagens (RAW's, JEPG's, TIF's, Marcas de Água)
Um grande companheirismo
Muito obrigado a todos!
Quarta-feira, Abril 16, 2008
Trabalho documental "Voltaremos na Gravana"

Sábado, Janeiro 05, 2008
" Voltaremos na Gravana "
A exposição será acompanhada da projecção de um documentário sobre a história do café na ilha de São Tomé, realizado pelos autores na Roça Monte Café para o PNUD, Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento.
desenvolvido por esta instituição em São Tomé e Príncipe.
Exposição patente até ao dia 28 de Janeiro de 2008
Domingo, Dezembro 02, 2007
Sexta-feira, Outubro 12, 2007
Quinta-feira, Setembro 06, 2007
Terça-feira, Junho 19, 2007
Quarta-feira, Maio 30, 2007
Quinta-feira, Maio 03, 2007
"Darwin e o canto dos canários cegos"
Espectáculo no Teatro A Barraca a estrear brevemente. Fotografia do cartaz de minha autoria.Sonho realizado....
Texto de: Murilo Dias César
Versão, Dramaturgia e Encenação: Helder Costa
Elenco: Luís Thomar, Susana Costa, Sérgio Afonso
Adereços e Figurinos: Luís Thomar
Luminotecnia e Sonoplastia: José Carlos Pontes
Costureira: Inna Siryk
Assistência: Ana Fernandes
Montagem: Mário Dias
Relações Públicas e Produção: Elsa Lourenço
Secretariado: Maria Navarro
Bilheteira: Alexandre Rebocho
Fotografia Cartaz: Tânia Araújo MEF
Durante este espectáculo o público vai assistir ao aventuroso e dificil percurso do extraordinário cientista inventor da teoria da evolução das espécies.Durante a viagem no navio Beagle - 4 anos à roda do mundo -, examinando animais e pássaros, recolhendo plantas, cracas e fósseis, Darwin adquiriu as bases físicas essenciais para fundamentar a sua teoria. E foi durante essa viagem que assumiu o compromisso de lutar contra a escravidão depois de ter assistido a um negro cortar a sua própria língua; tinham-no cegado para cantar melhor como faziam com os canários…Esse crime traumatizou-o para sempre, e foi com o auxilio de Emma, sua mulher e companheira de investigação que superou os medos e as hesitações de ordem religiosa que o afligiam.
Quarta-feira, Março 28, 2007
Exposição Fotógrafos_em_Marvila

Colectiva MEF - Movimento de Expressão Fotográfica. Com Bárbara Marques, Luis Rocha, Leno Bury, Nuno Chaves, Mariana Veloso, Rodolfo Barros, Tânia Araújo, Xènia Ferrer.
Segunda-feira, Fevereiro 12, 2007
Terça-feira, Janeiro 16, 2007
Do_Outro_Lado
Hoje parece que estava novamente a fotografar esta cena. Passei perto desta rua e lá estavam eles a fazer o seu trabalho. Ouvi do cimo das árvores, "Jovem, então hoje não trazes a máquina", sorri para eles ao mesmo tempo que faziam um gesto de uma máquina fotográfia a carregar no botão disparador.
Disparei com os olhos...foi bom voltar a encontrar estás pessoas e perceber que faço parte do seu quotidiano...
Domingo, Janeiro 14, 2007
Do_Outro_Lado
Do_Outro_Lado
Exposição patente no Arquivo Fotográfico Municipal de Lisboa
De 11 de Janeiro de 2007 a 23 de Fevereiro de 2007
[Rua da Palma, nº 246, Lisboa]
Imagens de Luìs Rocha, Rodolfo Barros e Tânia Araújo
A Scooby

Voltei a ir para S. Tomé, desta vez em trabalho. Estive um mês a viver noutro paìs do qual já me tinha adaptado à nova rotina. Levantar às 5h:30m da manhã, muito calor, dormir com rede mosquiteira, não beber àgua da torneira e ter cuidado com os mosquitos. Mas houve outras coisas, ao qual me habituei, novas para mim...ter cães em casa.
Sempre evitei de ter animais domésticos, são uma prisão, temos que tomar conta deles e dar-lhes atenção. O que acontece, quando nos habituamos a tê-los "obrigatóriamente" é que são eles que nos dão atenção e nos fazem companhia.
Era o caso da Scooby, mal abria a janela lá estava ela a olhar para mim, mal entrava em casa corria como louca, saltava para cima de mim e sujava-me toda, ao ponto do qual quando isso não acontecia eu já ficava preocupada.
A Scooby era a cadela da vizinha que foi uns tempos viver para a casa amarela onde fiquei instalada em S. Tomé. Em pequena parecia um cão por isso lhe puseram este nome.
Por incrível que pareça, tenho uma fotografia dela, pois eu e o Rocha temos um grave problema como fotógrafos nunca fotografamos as pessoas que conhecemos, gostamos, encontramos, ficam na nossa memória fotográfica, as lentes são os olhos, o fotograma a memória.
Voltei para Portugal, sinto-me vazia, todos os amigos estão a ir embora... S. Tomé ainda é um país virgem, genuíno...tenho saudades...
Na madrugada de dia 12 de Janeiro, soube que a Casa Amarela foi assaltada na noite que fomos embora e que a Scooby e o Sul, o outro cão da casa foram mortos. Nessa mesma noite fui assaltada em casa a dormir...
Os valores estão a morrer, as pessoas a fugir, eu e o mundo estamos tristes.
Fica no meu coração a Scooby, que protegia a casa como bom cão de guarda, que nos acarinhava sempre que podia, que nos mimava...
Quinta-feira, Novembro 09, 2006
Segunda-feira, Novembro 06, 2006
Terça-feira, Outubro 31, 2006
Projecto_Lisboa







Trabalho em exposição até 14 de Novembro na Nave da Estufa Fria em Lisboa, todos os dias das 9h às 16.30.
Agradecimentos: Ana Raquel, Benilde, Cátia Cóias, Cátia Almeida Santos, Paula Mourão, Sónia Rodrigues e Carlos Araújo, sem eles a minha participação no Projecto_Lisboa não seria possível
Paisagens do corpo
A imagem, na qual a emoção do artista se afirma no acto de fotografar é, pela sua força expressiva imediata.
A exploração do próprio corpo, a comunicação do corpo consigo próprio e com o exterior é o tema dominante do meu trabalho. O próprio corpo aparece como uma performance. A performance assume a forma de espectáculo único concebido especificamente para cada lugar escolhido consoante o corpo vestido com a sua personagem.
Com este trabalho pretendo mostrar o corpo feminino nas suas várias personagens que ao longo do tempo ficaram e que continuam a perdurar.Cada performance tem uma rua própria de acordo com a figura feminina em torno da qual gira toda a acção, que resulta em séries de imagens para cada personagem.
A escolha da cidade de Lisboa resulta pelo facto de remeter a personagens do passado, que existem no presente, com história, tal como esta cidade, onde posso encontrar ruas que não marcam o tempo.
A noite de Lisboa o suporte a preto e branco, o corpo feminino e a performance é o fio condutor em todas as séries o meu trabalho.
A procura da noite está presente pelo facto de existirem personagens que saem da sua vida real para vaguearem por ruas soturnas, vazias onde têm a liberdade de se mostrarem, de fazer as suas performances sem serem vistas, onde apenas são iluminadas por luzes de candeeiros que vagueiam na penumbra da rua.
O preto e branco não é por acaso…Este suporte não marca um tempo. As performances podem acontecer em qualquer altura, podem ter existido, existem ou até podem vir a existir…Não está presente a cor que identifica algo, aqui nada é identificado a não ser um corpo num certo lugar. Pretendo um trabalho neutro e objectivo, não quero que as personagens criem qualquer intimidade com quem as veja apenas quero que elas sejam vistas, como uma paisagem, como que um espectáculo de rua que passa para ser visto em silêncio, mas um silêncio como acto vivo de comunicação, de gestualidade, de interpretação, de expressão corporal, de imagem.
O corpo feminino surge neste contexto com uma carga social significativa, uma vez que nas suas diferentes personagens, exprime condutas sociais e culturais de acordo com o tempo.
Os papéis socialmente desempenhados pela mulher existem desde a Antiguidade. A ideia de que a mulher carece de personalidade jurídica, adoptada pela civilização grega e transmitida ao longo dos séculos, afasta da mulher a possibilidade de expressar livremente o seu pensamento, sendo sujeita a estruturar o seu mundo a partir do universo masculino.
A cultura foi vendo a mulher como elemento de um grupo mudo, associado à beleza, ao prazer e ao trabalho, um grupo submisso. Nem a Modernidade, conseguiu impedir que só no século XX esta situação de subalternidade começasse de facto a mudar.
Assim as personagens mantêm-se vivas ao longo dos anos, com uma liberdade escondida, é isso que pretendo mostrar neste trabalho, liberdade esta que fez parte do nosso passado, é o nosso presente e será no futuro.
Mostro personagens femininas mudas, associadas à beleza, ao prazer e ao trabalho.
Apresento este trabalho em séries de seis imagens para cada performance, constituído pelas personagens da burguesa, da cortesã, da lavadeira, da coquete, da severa e da varina.
Trabalho que mostra realidade e imaginação, o ser e o parecer de um corpo em movimento.
É desta relação íntima com o corpo que deriva o título do meu trabalho: Paisagens do Corpo.
Sábado, Setembro 16, 2006
Sexta-feira, Setembro 08, 2006
Amigo...amigo....Santomense.


Amigo...amigo... foi a frase que diariamente me acompanhou ao longo desta magnífica e ao mesmo tempo dolorosa viagem que fiz à Ilha de S. Tomé.
Além desta frase houve outras como "Branca...branca..." ou "Doce...doce...dá-me doce amigo", são crianças maravilhosas que foram bombardeadas por doces, dinheiro e outras coisas que os levam a quando encontram um turista a pedir.
A viagem foi magnífica pela aprendizagem que tive ao longo de 15 dias na selva a valorizar todos os minutos, os sons, as plantas, o sol, a noite a comida que tinha, tudo...
A parte dolorosa foi o encontrar um povo ainda oprimido pelo passado, com dificuldades alfabéticas, com dificuldades de integração, pouco empreendedores. Um povo perdido no oceano. Com o passar dos dias percebemos que dentro da sua desorganização eles organizam-se à sua maneira, ao qual nós não estamos habituados. São pacíficos e amigos com o passar do tempo, pois inicialmente não dão qualquer confiança.
Quero voltar por eles, pelo ar que se respira, pela natureza, pelo côncon, pelo búzio do mato, pela omolete com ervas micôcô, pela piroga, pelas roças, pela barriga de peixe no contentor, pelos coqueiros, por querer dar algo que possa ajudar no futuro de tantas crianças que nascem sem rumo.
Terça-feira, Maio 23, 2006
fotógrafos_em_marvila


Este projecto envolve ex-alunos dos Cursos Avançados e do Núcleo de Fotografia da Oficina de Fotografia, fotógrafos e população local numa exploração dos espaços, vivências e memórias da freguesia de Marvila, pretendendo – ao mesmo tempo que fomenta a continuidade e o desenvolvimento do trabalho fotográfico de ex-alunos da Oficina - possibilitar à população local o contacto com a fotografia, apresentar e afirmar a fotografia enquanto forma de observação e exploração do quotidiano, desenvolver a expressão artística e cultural através da fotografia, aperceber e fomentar redes sociais, permitindo uma melhor integração da Oficina de Fotografia no tecido social em que se insere e o estabelecimento de pontes para posteriores actuações.
Sábado, Março 11, 2006
Terça-feira, Dezembro 13, 2005
Quinta-feira, Outubro 20, 2005
Sexta-feira, Agosto 05, 2005
Terça-feira, Julho 26, 2005
Domingo, Julho 24, 2005
Tânia Araújo
Nasceu em Lisboa a 19 de Junho de 1980. Diplomada pelo Citeforma com o curso Técnico Profissional de Multimédia.Pelo Centro Protocolar de Formação Profissional para Jornalistas obteve o curso Profissional de Fotojornalismo.
Diplomada pelo MEF com o curso de Iniciação à Fotografia e com o Profissional de Fotografia. Pela Empresa Espiralsoft obteve o curso de Formação Pedagógica Inicial de Formadores.
Frequenta a Licenciatura na área de Audiovisual e Multimédia na ESCS – Escola Superior Comunicação Social, e frequenta também um curso de longa duração de Animação de Volumes na ESBAL – Escola Superior de Belas Artes de Lisboa.
Enquanto fotógrafa já ganhou alguns prémios entre os quais o 1º prémio categoria cor na Maratona Fotográfica de Lisboa em 2004, o 1º prémio no Pedifoto de Carnide também em 2004 e o prémio do Concelho da Bienal de Fotografia de Vila Franca de Xira em 2005. Em 2006 ganhou 1º prémio categoria preto e branco na Maratona Fotográfica de Lisboa e 3 menções honrosas no concurso da Amadora "Jovem aposta em ti". .
Deste 2003 que é formadora de fotografia em várias entidades como: APAF – Associação Portuguesa de Arte Fotográfica, MEF – Movimento de Expressão Fotográfica e Instituto de Emprego e Formação Profissional.
Estagiou como fotógrafa na TVCiência Online, foi assistente de laboratório manual p/b no Viragem Lab.
No MEF, associação do qual faz parte da administração, desenvolve várias actividades de fotografia em parceria com a Câmara Municipal de Lisboa ligadas a projectos fotográficos na área da Acção Social.
Publicou, em 2004, “Como uma história que vamos viver juntos”.
Expõe desde 2003, em vários locais: no Museu da Cidade no Pavilhão Preto, na Bienal de Arte da Festa do Avante em 2004, na Bienal dos Jovens Criadores do Montijo em 2005, em 2006 expôs no Salão Nobre da Sociedade Nacional de Belas Artes, na Galeria Municipal do Montijo com a colectiva Novas Simbologias, na Nave Central da Estufa-fria no âmbito do Projecto_Lisboa e no Espaço J do Barreiro com o trabalho “Horas que passam…sem ninguém ver.”
Em 2007 expôs, no Arquivo Fotográfico Municipal de Lisboa, o projecto Do_Outro_Lado, na Sala de Arte Contemporânea da Sociedade Nacional de Belas Artes o Projecto Fotógrafos em Marvila e na XIV Bienal de Vila Nova da Cerveira com a colectiva Novas Simbologias.
Como fotógrafa freelancer já executou trabalhos com entidades como: a S Design – Agência de Design Global, Ordem dos Arquitectos, Universidade Lusíada, Mediaedge:cia, Alliance Française e Nações Unidas.
Em 2008 expôs o projecto “ Voltaremos na Gravana”, na galeria Bairro Arte e na empresa HP – Hewlett–Packard, projecto este que reverteu a favor dos organização Médicos do Mundo.
Em Janeiro deste ano colaborou com a Fundação Calouste Gulbenkian no projecto Tecer a Cidade, programa de reinserção social pela arte destinado a menores detidos em Centros Educativos.





































