Quarta-feira, Abril 16, 2008

Trabalho documental "Voltaremos na Gravana"


O projecto continua....a nossa ligação a São Tomé está cada vez mais forte. Espero voltar na Gravana... Trabalho documental realizado em S. Tomé publicado na revista Cais de Março.
Agradecimento especial ao Luís Rocha, à Companhia Teatral do Chiado, à Nora Rizzo, à Empresa HP - Hewlett-Packard Portugal, ao Viragem Lab, ao Site Pontos de Vista, ao Movimento de Expressão Fotográfica - MEF. ao José Oliveira, aos Médicos do Mundo, ao Henrique Pinto e a toda a equipa da Cais.

Sábado, Janeiro 05, 2008

" Voltaremos na Gravana "

O Bairro.Arte Galeria e os fotógrafos Luís Rocha e Tânia Araújo têm o prazer de o convidar para a inauguração da exposição de fotografia "Voltaremos na Gravana",que terá lugar na Bairro.Arte Galeria, no dia 9 de Janeiro de 2008, pelas 19.30h, na Rua das Salgadeiras nº 5 e 7 - Bairro Alto, Lisboa.

A exposição será acompanhada da projecção de um documentário sobre a história do café na ilha de São Tomé, realizado pelos autores na Roça Monte Café para o PNUD, Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento.

A intenção da exposição é a venda das imagens, em que o valor conseguido reverte a favor da organização Médicos do Mundo no âmbito do programa, "Comunidade Apoia a Vida / Sensibilização para a Prevenção do VIH/SIDA",
desenvolvido por esta instituição em São Tomé e Príncipe.

Exposição patente até ao dia 28 de Janeiro de 2008

Esta exposição conta com o apoio da HPHewlett-Packard Portugal, do Viragem Lab, da Bairro Arte - Atelier/Galeria, do Site Pontos de Vista e do Movimento de Expressão Fotográfica - MEF.

Domingo, Dezembro 02, 2007

"...desassossego..."




Sexta-feira, Outubro 12, 2007

Metamorfose do corpo II


Quinta-feira, Setembro 06, 2007

Metamorfose do corpo I


Terça-feira, Junho 19, 2007

...actuações do corpo...


Quarta-feira, Maio 30, 2007

(...) fabrico...um outro corpo...


(...) A partir do momento em que me sinto olhado pela objectiva, tudo muda: preparo-me para a pose, fabrico instantaneamente um outro corpo, metamorfoseio-me antecipadamente em Imagem."ROLAND BARTHES"

Quinta-feira, Maio 03, 2007

"Darwin e o canto dos canários cegos"

Espectáculo no Teatro A Barraca a estrear brevemente. Fotografia do cartaz de minha autoria.
Sonho realizado....

Ficha Artística e Técnica
Texto de: Murilo Dias César
Versão, Dramaturgia e Encenação: Helder Costa
Elenco: Luís Thomar, Susana Costa, Sérgio Afonso
Adereços e Figurinos: Luís Thomar

Luminotecnia e Sonoplastia: José Carlos Pontes
Costureira: Inna Siryk
Assistência: Ana Fernandes
Montagem: Mário Dias
Relações Públicas e Produção: Elsa Lourenço

Secretariado: Maria Navarro
Bilheteira: Alexandre Rebocho
Fotografia Cartaz: Tânia Araújo MEF

Durante este espectáculo o público vai assistir ao aventuroso e dificil percurso do extraordinário cientista inventor da teoria da evolução das espécies.Durante a viagem no navio Beagle - 4 anos à roda do mundo -, examinando animais e pássaros, recolhendo plantas, cracas e fósseis, Darwin adquiriu as bases físicas essenciais para fundamentar a sua teoria. E foi durante essa viagem que assumiu o compromisso de lutar contra a escravidão depois de ter assistido a um negro cortar a sua própria língua; tinham-no cegado para cantar melhor como faziam com os canários…Esse crime traumatizou-o para sempre, e foi com o auxilio de Emma, sua mulher e companheira de investigação que superou os medos e as hesitações de ordem religiosa que o afligiam.

Quarta-feira, Março 28, 2007

Exposição Fotógrafos_em_Marvila



No ano de 2006, o Movimento de Expressão Fotográfica - MEF em colaboração com a Oficina de Fotografia da Câmara Municipal de Lisboa levou a cabo um projecto fotográfico que visou retratar a Cidade de Lisboa pretendendo trabalhar a fotografia como forma de libertar em cada espectador a sua própria visão da cidade. Este projecto intitulou-se projecto_Lisboa. Inserido neste projecto desenvolveram-se uma série de subprojectos sociais, que procuraram democratizar o acesso à imagem, formar novos públicos e fomentar a constituição de interlocutores neste diálogo visual e de participantes activos na sociedade da imagem em que vivemos.
Daqui nasceu o projecto Fotógrafos_em_Marvila. Este subprojecto que envolveu alunos da Oficina de Fotografia, dinamizada pelo MEF, fotógrafos e população local numa exploração dos espaços, vivências e memórias da freguesia de Marvila, pretendeu possibilitar à população local o contacto com a fotografia, apresentar e afirmar a fotografia enquanto forma de observação e exploração do quotidiano, desenvolvendo a expressão artística e cultural através da imagem, aperceber e fomentar redes sociais.

Colectiva MEF - Movimento de Expressão Fotográfica. Com Bárbara Marques, Luis Rocha, Leno Bury, Nuno Chaves, Mariana Veloso, Rodolfo Barros, Tânia Araújo, Xènia Ferrer.
Sociedade Nacional de Belas Artes de 22 de Março a 21 de Abril de 2007
Galeria de Arte Moderna [Sala 1º andar]

Segunda-feira, Fevereiro 12, 2007

"lentamente me despi...para repousar"



Finalmente o SIM...agora temos um longo caminho a percorrer...

Terça-feira, Janeiro 16, 2007

Do_Outro_Lado

Poda das Árvores

Hoje parece que estava novamente a fotografar esta cena. Passei perto desta rua e lá estavam eles a fazer o seu trabalho. Ouvi do cimo das árvores, "Jovem, então hoje não trazes a máquina", sorri para eles ao mesmo tempo que faziam um gesto de uma máquina fotográfia a carregar no botão disparador.

Disparei com os olhos...foi bom voltar a encontrar estás pessoas e perceber que faço parte do seu quotidiano...

Domingo, Janeiro 14, 2007

Do_Outro_Lado

Recolha do lixo Avenidas Novas

Do_Outro_Lado
Exposição patente no Arquivo Fotográfico Municipal de Lisboa
De 11 de Janeiro de 2007 a 23 de Fevereiro de 2007
[Rua da Palma, nº 246, Lisboa]
Imagens de Luìs Rocha, Rodolfo Barros e Tânia Araújo
Este trabalho pertende mostrar o lado invisível de uma cidade em movimento, das pessoas que fazem a sua manutenção, que a mantêm viva, limpa, arranjada, bonita.
Do_Outro_Lado é um levantamento fotográfico dos serviços da Câmara Municipal de Lisboa.
Hoje sei que além da sua manutenção o serviço de recolha do lixo tem outra importante missão, a de encontrar objectos pessoais dos utentes que são roubados.
Tenho que agradecer a estas pessoas o facto de terem encontrado a minha mala num caixote do lixo e de a terem entregue num local seguro. Obrigado.

A Scooby



Voltei a ir para S. Tomé, desta vez em trabalho. Estive um mês a viver noutro paìs do qual já me tinha adaptado à nova rotina. Levantar às 5h:30m da manhã, muito calor, dormir com rede mosquiteira, não beber àgua da torneira e ter cuidado com os mosquitos. Mas houve outras coisas, ao qual me habituei, novas para mim...ter cães em casa.

Sempre evitei de ter animais domésticos, são uma prisão, temos que tomar conta deles e dar-lhes atenção. O que acontece, quando nos habituamos a tê-los "obrigatóriamente" é que são eles que nos dão atenção e nos fazem companhia.

Era o caso da Scooby, mal abria a janela lá estava ela a olhar para mim, mal entrava em casa corria como louca, saltava para cima de mim e sujava-me toda, ao ponto do qual quando isso não acontecia eu já ficava preocupada.

A Scooby era a cadela da vizinha que foi uns tempos viver para a casa amarela onde fiquei instalada em S. Tomé. Em pequena parecia um cão por isso lhe puseram este nome.

Por incrível que pareça, tenho uma fotografia dela, pois eu e o Rocha temos um grave problema como fotógrafos nunca fotografamos as pessoas que conhecemos, gostamos, encontramos, ficam na nossa memória fotográfica, as lentes são os olhos, o fotograma a memória.

Voltei para Portugal, sinto-me vazia, todos os amigos estão a ir embora... S. Tomé ainda é um país virgem, genuíno...tenho saudades...

Na madrugada de dia 12 de Janeiro, soube que a Casa Amarela foi assaltada na noite que fomos embora e que a Scooby e o Sul, o outro cão da casa foram mortos. Nessa mesma noite fui assaltada em casa a dormir...

Os valores estão a morrer, as pessoas a fugir, eu e o mundo estamos tristes.

Fica no meu coração a Scooby, que protegia a casa como bom cão de guarda, que nos acarinhava sempre que podia, que nos mimava...

Quinta-feira, Novembro 09, 2006

Clausura da Imagem

Segunda-feira, Novembro 06, 2006

Exposição Fotografia


Está patente até dia 30 Novembro uma Colectiva de Tânia Araújo e Cátia Cóias na Biblioteca Municipal Orlando Ribeiro em Tellheiras

Terça-feira, Outubro 31, 2006

Projecto_Lisboa













Trabalho em exposição até 14 de Novembro na Nave da Estufa Fria em Lisboa, todos os dias das 9h às 16.30.
Agradecimentos: Ana Raquel, Benilde, Cátia Cóias, Cátia Almeida Santos, Paula Mourão, Sónia Rodrigues e Carlos Araújo, sem eles a minha participação no Projecto_Lisboa não seria possível

Paisagens do corpo
A imagem, na qual a emoção do artista se afirma no acto de fotografar é, pela sua força expressiva imediata.
A exploração do próprio corpo, a comunicação do corpo consigo próprio e com o exterior é o tema dominante do meu trabalho. O próprio corpo aparece como uma performance. A performance assume a forma de espectáculo único concebido especificamente para cada lugar escolhido consoante o corpo vestido com a sua personagem.
Com este trabalho pretendo mostrar o corpo feminino nas suas várias personagens que ao longo do tempo ficaram e que continuam a perdurar.Cada performance tem uma rua própria de acordo com a figura feminina em torno da qual gira toda a acção, que resulta em séries de imagens para cada personagem.
A escolha da cidade de Lisboa resulta pelo facto de remeter a personagens do passado, que existem no presente, com história, tal como esta cidade, onde posso encontrar ruas que não marcam o tempo.
A noite de Lisboa o suporte a preto e branco, o corpo feminino e a performance é o fio condutor em todas as séries o meu trabalho.
A procura da noite está presente pelo facto de existirem personagens que saem da sua vida real para vaguearem por ruas soturnas, vazias onde têm a liberdade de se mostrarem, de fazer as suas performances sem serem vistas, onde apenas são iluminadas por luzes de candeeiros que vagueiam na penumbra da rua.
O preto e branco não é por acaso…Este suporte não marca um tempo. As performances podem acontecer em qualquer altura, podem ter existido, existem ou até podem vir a existir…Não está presente a cor que identifica algo, aqui nada é identificado a não ser um corpo num certo lugar. Pretendo um trabalho neutro e objectivo, não quero que as personagens criem qualquer intimidade com quem as veja apenas quero que elas sejam vistas, como uma paisagem, como que um espectáculo de rua que passa para ser visto em silêncio, mas um silêncio como acto vivo de comunicação, de gestualidade, de interpretação, de expressão corporal, de imagem.
O corpo feminino surge neste contexto com uma carga social significativa, uma vez que nas suas diferentes personagens, exprime condutas sociais e culturais de acordo com o tempo.
Os papéis socialmente desempenhados pela mulher existem desde a Antiguidade. A ideia de que a mulher carece de personalidade jurídica, adoptada pela civilização grega e transmitida ao longo dos séculos, afasta da mulher a possibilidade de expressar livremente o seu pensamento, sendo sujeita a estruturar o seu mundo a partir do universo masculino.
A cultura foi vendo a mulher como elemento de um grupo mudo, associado à beleza, ao prazer e ao trabalho, um grupo submisso. Nem a Modernidade, conseguiu impedir que só no século XX esta situação de subalternidade começasse de facto a mudar.
Assim as personagens mantêm-se vivas ao longo dos anos, com uma liberdade escondida, é isso que pretendo mostrar neste trabalho, liberdade esta que fez parte do nosso passado, é o nosso presente e será no futuro.
Mostro personagens femininas mudas, associadas à beleza, ao prazer e ao trabalho.
Apresento este trabalho em séries de seis imagens para cada performance, constituído pelas personagens da burguesa, da cortesã, da lavadeira, da coquete, da severa e da varina.
Trabalho que mostra realidade e imaginação, o ser e o parecer de um corpo em movimento.
É desta relação íntima com o corpo que deriva o título do meu trabalho: Paisagens do Corpo.

Sábado, Setembro 16, 2006

Kiyé Simon L


Companheiro de viagem no Festival de Cinema Independente Indielisboa

Sexta-feira, Setembro 08, 2006

Amigo...amigo....Santomense.




Amigo...amigo... foi a frase que diariamente me acompanhou ao longo desta magnífica e ao mesmo tempo dolorosa viagem que fiz à Ilha de S. Tomé.

Além desta frase houve outras como "Branca...branca..." ou "Doce...doce...dá-me doce amigo", são crianças maravilhosas que foram bombardeadas por doces, dinheiro e outras coisas que os levam a quando encontram um turista a pedir.

A viagem foi magnífica pela aprendizagem que tive ao longo de 15 dias na selva a valorizar todos os minutos, os sons, as plantas, o sol, a noite a comida que tinha, tudo...

A parte dolorosa foi o encontrar um povo ainda oprimido pelo passado, com dificuldades alfabéticas, com dificuldades de integração, pouco empreendedores. Um povo perdido no oceano. Com o passar dos dias percebemos que dentro da sua desorganização eles organizam-se à sua maneira, ao qual nós não estamos habituados. São pacíficos e amigos com o passar do tempo, pois inicialmente não dão qualquer confiança.

Quero voltar por eles, pelo ar que se respira, pela natureza, pelo côncon, pelo búzio do mato, pela omolete com ervas micôcô, pela piroga, pelas roças, pela barriga de peixe no contentor, pelos coqueiros, por querer dar algo que possa ajudar no futuro de tantas crianças que nascem sem rumo.

Terça-feira, Maio 23, 2006

fotógrafos_em_marvila



Este projecto envolve ex-alunos dos Cursos Avançados e do Núcleo de Fotografia da Oficina de Fotografia, fotógrafos e população local numa exploração dos espaços, vivências e memórias da freguesia de Marvila, pretendendo – ao mesmo tempo que fomenta a continuidade e o desenvolvimento do trabalho fotográfico de ex-alunos da Oficina - possibilitar à população local o contacto com a fotografia, apresentar e afirmar a fotografia enquanto forma de observação e exploração do quotidiano, desenvolver a expressão artística e cultural através da fotografia, aperceber e fomentar redes sociais, permitindo uma melhor integração da Oficina de Fotografia no tecido social em que se insere e o estabelecimento de pontes para posteriores actuações.

Sábado, Março 11, 2006

Foi a partir de... que fiz estas imagens.


Terça-feira, Dezembro 13, 2005

"notícia..."



Quinta-feira, Outubro 20, 2005

"à procura de algo...sem nunca encontrar"


Sexta-feira, Agosto 05, 2005

"where is my home?"


"dia que nunca acaba..."

"nas nuvens norueguesas...por amor a..."


Terça-feira, Julho 26, 2005

“...desassossego...”


Domingo, Julho 24, 2005

"lentamente me despi...para repousar"


"por detrás de uma fábrica de cerâmica..."




Tânia Araújo

Tânia Sofia dos Santos Araújo
Nasceu em Lisboa a 19 de Junho de 1980. Diplomada pelo Citeforma com o curso Técnico Profissional de Multimédia.Pelo Centro Protocolar de Formação Profissional para Jornalistas obteve o curso Profissional de Fotojornalismo.

Diplomada pelo MEF com o curso de Iniciação à Fotografia e com o Profissional de Fotografia. Pela Empresa Espiralsoft obteve o curso de Formação Pedagógica Inicial de Formadores.
Frequenta a Licenciatura na área de Audiovisual e Multimédia na ESCS – Escola Superior Comunicação Social, e frequenta também um curso de longa duração de Animação de Volumes na ESBAL – Escola Superior de Belas Artes de Lisboa.

Enquanto fotógrafa já ganhou alguns prémios entre os quais o 1º prémio categoria cor na Maratona Fotográfica de Lisboa em 2004, o 1º prémio no Pedifoto de Carnide também em 2004 e o prémio do Concelho da Bienal de Fotografia de Vila Franca de Xira em 2005. Em 2006 ganhou 1º prémio categoria preto e branco na Maratona Fotográfica de Lisboa e 3 menções honrosas no concurso da Amadora "Jovem aposta em ti". .

Deste 2003 que é formadora de fotografia em várias entidades como: APAF – Associação Portuguesa de Arte Fotográfica, MEF – Movimento de Expressão Fotográfica e Instituto de Emprego e Formação Profissional.
Estagiou como fotógrafa na TVCiência Online, foi assistente de laboratório manual p/b no Viragem Lab.
No MEF, associação do qual faz parte da administração, desenvolve várias actividades de fotografia em parceria com a Câmara Municipal de Lisboa ligadas a projectos fotográficos na área da Acção Social.

Publicou, em 2004, “Como uma história que vamos viver juntos”.

Expõe desde 2003, em vários locais: no Museu da Cidade no Pavilhão Preto, na Bienal de Arte da Festa do Avante em 2004, na Bienal dos Jovens Criadores do Montijo em 2005, em 2006 expôs no Salão Nobre da Sociedade Nacional de Belas Artes, na Galeria Municipal do Montijo com a colectiva Novas Simbologias, na Nave Central da Estufa-fria no âmbito do Projecto_Lisboa e no Espaço J do Barreiro com o trabalho “Horas que passam…sem ninguém ver.”
Em 2007 expôs, no Arquivo Fotográfico Municipal de Lisboa, o projecto Do_Outro_Lado, na Sala de Arte Contemporânea da Sociedade Nacional de Belas Artes o Projecto Fotógrafos em Marvila e na XIV Bienal de Vila Nova da Cerveira com a colectiva Novas Simbologias.

Como fotógrafa freelancer já executou trabalhos com entidades como: a S Design – Agência de Design Global, Ordem dos Arquitectos, Universidade Lusíada, Mediaedge:cia, Alliance Française e Nações Unidas.

Em 2008 expôs o projecto “ Voltaremos na Gravana”, na galeria Bairro Arte e na empresa HP – Hewlett–Packard, projecto este que reverteu a favor dos organização Médicos do Mundo.
Em Janeiro deste ano colaborou com a Fundação Calouste Gulbenkian no projecto Tecer a Cidade, programa de reinserção social pela arte destinado a menores detidos em Centros Educativos.

Contactos

e-mail: tania.mef@gmail.com

telefone: 00351 96 583 16 20